Brasil é destaque na maior mídia social chinesa

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A cerca de 160 dias da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Weibo (maior rede social da China) iniciou a divulgação do maior evento esportivo do mundo. A plataforma mantém fluxo diário de 100 milhões de usuários. Essa é uma excelente oportunidade para o mundo dos negócios, pois, com a vinda de mais estrangeiros para o Brasil, mesmo que o primeiro interesse seja o turismo, pode ser vantajoso para fazermos negócios com eles, principalmente no que diz respeito a mostrar o potencial dos nossos produtos para a exportação. A China é hoje o maior mercado consumidor do mundo,  se os sinos  gostarem, por exemplo, dos alimentos que produzimos,  existe uma grande chance de ter uma aceitabilidade no gigante asiático.

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O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, disse que a China pode ajudar a estimular o setor. “O estreitamento da relação com o mercado chinês é uma forma de mantermos o turismo brasileiro aquecido”, comentou. Na Olimpíada de Londres, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, abriu um perfil pessoal no Weibo para convidar os chineses para os Jogos.

De acordo com a Organização Mundial de Turismo (OMT), 100 milhões de chineses consomem o turismo internacional. Desse total, apenas 60 mil, o equivalente a 0,06% do total, escolheram o Brasil como destino. Entre as medidas adotadas pelo governo federal no intuito de ampliar a exploração do mercado oriental está o cadastramento, em dezembro, de mais de 300 agências de turismo brasileiras interessadas em receber grupos de turistas chineses no Brasil. A iniciativa foi resultado de uma negociação entre os governos dos dois países.

O ministro do Turismo também tem recebido empresários chineses interessados em investir no Brasil. Os encontros para apresentar as vantagens competitivas e as oportunidades de negócio têm sido intermediados pelo embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang.

Entre os interessados está o grupo Hshin Chong, com quase 80 anos de história e 20 complexos industriais, somando um investimento de mais de US$ 2 bilhões pelo mundo. “Acredito que a parceria com o Brasil irá trazer muitos frutos para os dois países”, afirmou o presidente da empresa, Michael Jiang.

Fonte: Ministério do Turismo

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